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Prof. Slomp: Boicote ao Microsoft Word
Editoria: Comunidade
27/Jul/2004 - 13:24
O professor Paulo Francisco Slomp, da Psicologia da Educação da UFRGS vem a engrossar as linhas de frente da Comunidade Software Livre liderando o boicote ao Microsoft Word.

A discussão começou no PontoBR hoje e já conta com protestos contra o boicote. O Prof. Slomp também mantém uma lista de sites de software livre bastante abrangente.

Eis o texto do boicote:

ABAIXO A CONCENTRAÇÃO DE RENDA!

É muito fácil boicotar o editor eletrônico de textos Microsoft Word e assim ajudar a evitar que mais cedo ou mais tarde aumente ainda mais a acumulação de capital nas mãos do Bill Gates, dono da Microsoft, que é o indivíduo mais rico do mundo...

Em primeiro lugar, devemos lembrar que existem disponíveis vários outros programas de computador que são equivalentes à suite Microsoft Office, composta pelo Word, Excel, Access, Power Point, etc. Entre muitos outros programas, destacam-se três pacotes distribuídos GRATUITAMENTE: o OpenOffice , o 602Pro e o EasyOffice. O StarOffice 5.2 tem versão em língua portuguesa e o editor de textos AbiWord também.

Você pode pegar esses programas pela Internet, sem custos, ou comprar as revistas de Informática, ao custo entre R$10,00 e R$15,00, que são acompanhadas por um CD-ROM (PCMaster, CD-Expert, Revista do CD-ROM, etc.). Peça informações ao jornaleiro.

Mas, se você gosta de utilizar o Word para editar seus textos -- e possui condições financeiras para adquiri-lo e atualizá-lo a cada dois anos -- , não e' uma boa tática obrigar os destinatários das suas mensagens a também ter instalado em seus computadores o mesmo programa.

Por exemplo, um arquivo que contém apenas texto simples nunca deve ser enviado como anexo em uma mensagem de correio eletrônico. Caso ocorra algum problema ao anexar o arquivo, pode acontecer de o destinatário da mensagem não conseguir "desanexar" e então você terá perdido o trabalho que realizou, pois não conseguiu que o destinatário tomasse conhecimento do conteúdo do arquivo anexado. Para evitar esses freqüentes problemas de comunicação eletrônica, adote o procedimento de abrir o arquivo de texto em seu processador preferido e clicar no item "Selecionar Tudo" do menu "Editar". A seguir, volte a clicar no menu "Editar" e escolha a opção "Copiar". Agora abra uma nova mensagem em seu programa preferido de correio eletrônico e clique na opção "Colar" do menu "Editar".

Mas, quando for necessário, devido a características incontornáveis de diagramação ou formatação (tabelas, gráficos, imagens, etc.), remeter algum arquivo de texto anexado numa mensagem de correio eletrônico, o arquivo pode e deve ser remetido em formato RTF (Rich Text Format) ou formato HTML.

É bem fácil transformar um arquivo DOC do Word em um arquivo de formato universal e público como o RTF ou o HTML. Basta clicar no menu "Arquivo" e depois em "Salvar Como...". Na janela que se abre, na opção "Salvar como tipo" deve-se escolher o item onde diz Rich Text Format (RTF) ou o item HTML (página da Web).

Regularmente aparece um aviso dizendo que se você gravar o arquivo no formato RTF poderá haver perda de formatação/dados. Não dê importância ao aviso se você não tem imagens, tabelas, gráficos ou outras coisas semelhantes no seu texto. Para verificar se houve perdas na transformação, feche o arquivo e torne abri-lo. Se ocorreram perdas, grave o arquivo no formato HTML.

O formato RTF e' um padrão universal e público que todos os programas de editoração de textos interpretam e o formato HTML é igualmente universal e público como padrão da Internet (interpretável por programas gratuitos de correio eletrônico e de navegação).

Não são formatos registrados como propriedade privada, como por exemplo o formato DOC do Microsoft Word.

Um pequeno gesto de gravar um arquivo em um formato de domínio público evita que o(s) destinatário(s) da mensagem, para poder lê-la, tenha(m) que comprar o programa Microsoft Word, pagando muito caro ($$$) por isso ou, não podendo fazê-lo, por falta de condições financeiras, resolva(m) adotar uma atitude ilegal e utilizar uma copia pirata do programa.

Alem disso, há outros ganhos importantíssimos:

  1. Os formatos RTF e HTML raramente transmitem vírus. O formato DOC do Word é um dos principais responsáveis pela transmissão de vírus pela Internet.
  2. O formato .DOC em geral implica em um tamanho grande de arquivo. Em muitos casos é possível reduzir em 50% ou mais o tamanho de um arquivo na transformação para RTF ou HTML.

No caso de transmissão do arquivo de tamanho reduzido pela Internet, não devemos desprezar a economia proporcionada pela diminuição no tempo das ligações telefônicas para a transmissão de dados -- tanto para o emitente como para o receptor -- e tampouco a redução no trafego de bits pela Internet, ajudando a torná-la menos lenta.

Participe da campanha de esclarecimento e boicote ao Microsoft Word distribuindo o texto acima entre seus amigos e pessoas conhecidas. Também é interessante divulgar o texto em páginas pessoais na Internet.

Para cortar pela raiz todos os problemas acima e muitos outros mais, utilize SOFTWARE LIVRE.



Fonte: PontoBR
 


Escrito por ELO PERDIDO às 12h08
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  PERGUNTAS IMBECIS EM SUPERMERCADOS

  1. -Tem mortadela de presunto?

 

  1. -Quanto é 1 Real de pão?

 

  1. -Moço (funcionário do supermercado), tem leite em pó?

-Tem sim, senhora ( o funcionário aponta para o Ninho), está logo ali!

-Não, moço, aquilo é leite Ninho e eu queria leite em pó!

 

  1. -Tem queijo “chelda”?

 

-Por favor, onde está o leite “contrensado”?

Escrito por ELO PERDIDO às 19h33
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  A tocha

Mantenham essa tocha longe das minhas matas!!!!!!!!!!!!

Escrito por ELO PERDIDO às 20h25
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Em edição extraordinária, a diretoria da  cervejaria Brahma informa que está cancelado o contrato com

 

Sr. Eurico Miranda,  devido  a  4ª devolução  de chopp. (1999 / 2000 / 2001 / 2004).

 

Gratos, à direção da Brahma-AMBEV

 

Autor desconhecido (ao menos não me lembro de quem isso veio).



Escrito por ELO PERDIDO às 20h00
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  É NAMORO OU ASSALTO?

 

 

Imagine-se chegando tarde da noite (por volta das 19h), e, enquanto você se prepara para pôr o carro na garagem, bandidos armados lhe rendem e levam seu carro (e com um pouco de azar, com você dentro), e para seu espanto: um casal.

Situações como essa vêm se repetindo por toda a cidade do Rio de Janeiro.  Como ninguém suspeitaria, casais, aparentemente inofensivos, ou, até “bonitinhos”, vêm espalhando o terror pela cidade.  Finjem estar namorando, mas na verdade estão esperando para assaltar o próximo motorista descuidado, que não desconfiaria de um lindo par de namorados.

Eles levam seu veículo, e 100 ou 200 metros depois, largam o carro, levando tudo que puderem (celulares, dinheiro, rádio etc)  e roubam outro. E seguem assim:  pulando de carro em carro.

Rio, salve-se quem puder!

Escrito por ELO PERDIDO às 22h54
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O QUE ESTÁ HAVENDO NAS DELEGACIAS DO RIO DE JANEIRO?

 

Coisas muito estranhas estão acontecendo nas delegacias do Rio de Janeiro.  Veículos roubados e recuperados pela polícia são depenados em frente às delegacias.

Moro e trabalho próximo a duas delegacias, a 27ª DP e a 22ª DP, respectivamente.  As ruas ao redor desses prédios são verdadeiros depósitos de carros.  Carros sem rodas, sem painel, sem aparelhos de som, sem motor!.  Alguns veículos chegam até os distritos policiais com suas próprias pernas, digo rodas, e saem (quando saem) rebocados, porque estes já estão “mutilados”.   Outros já chegam com débito de peças.

Um amigo teve seu carro roubado na penha.  O b.o. foi feito.  Horas depois o carro apareceu e foi levado por policiais até a 22ªDP.  Quando o dono foi buscar seu possante, teve a grande surpresa:  o veículo deveria ser rebocado, pois  estava sem as rodas.  O espaço de tempo entre o roubo e o reboque do carro foi de 2 dias.   Na 27ªDP acontece algo parecido.  As margens do rio que divide a avenida Meriti parece um estacionamento de sucatas, ou melhor, um cemitério de automóveis de várias marcas e modelos.  Alguns têm somente a carcaça.

Será “erosão automobilística”?

Será que as peças foram abduzidas por seres extraterrenos mais inteligentes (ou não), a fim de estudar a tecnologia terráquea?

Será que foram parar na “Caverna do Dragão”?

Será coisa da Laura?

 

O que estará acontecendo (como se ninguém soubesse...)???

Escrito por ELO PERDIDO às 22h44
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  CAÇADORES DE INDENIZAÇÕES

 

 

Coisa chata essas pessoas bem informadas que, por qualquer coisinha, exigem seus direitos,  ameaçam acionar o PROCON.  Querem mesmo é aparecer!

Outro dia, num supermercado, uma senhora discutia (batia boca) com a operadora de caixa porque esta não lhe deu os R$0,02 de troco que a corôa tinha direito.   DOIS CENTAVOS!!  Eu , no fim da fila (mais ou menos 7 pessoas com carrinhos a minha frente) assistia a tudo ( muito “contente”, afinal a fila estava parada devido ao discurso “fidelcastreano” que sua excelência, a bruxa, promovia).  Vou chamar o PROCON!  Disse, olhando para os demais da fila, esperando, talvez, aplausos, ou, algum tipo de apoio, ou algo como “é isso ái!”, “a senhora está certa!”.  Nada.  A infeliz receptora-de-dinheiro-para-o-patrão deu um jeito de conseguir a tal quantia e abrandar os ânimos, com um “sincero” pedido de desculpas vindo da tal infeliz.   A cena final foi bem semelhante as que acontecem todo dia no Largo da Carioca (RJ), onde artistas de rua, após um mini espetáculo recebem a gratificação do povo.  Geralmente centavos.

   No supermercado onde trabalho uma senhora escorregou e fraturou um osso (não lembro em que parte do corpo).  Depois de todas as despesas médicas pagas pelo estabelecimento, ela quer agora entrar com uma ação judicial para exigir uma indenização.  A alegação:  a entrada da loja é alta, por isso ela tropeçou. 

Há uma lei que diz que o piso de estabelecimentos comerciais devem ser mais altos que as calçadas.  E agora?

 Há pouco mais de 5 anos os preços das mercadorias deveriam ter preços nos próprios produtos, as velhas etiquetinhas que, durante o período inflacionário, davam um trabalho do cão para serem retiradas e o preço aumentado, deram lugar, com a chegada dos códigos de barras e a informatização das lojas, as atuais etiquetas de gôndola (as que ficam presas na frente das prateleiras).  Infinitamente mais práticas, enfrentaram um desafio (que ainda não foi vencido):  a população, preguiçosa, não queria saber de ler nas prateleiras os preços das mercadorias.  Acionaram quem?   O salvador PROCON!  E algumas lojas tiveram que voltar a usar as velhas etiquetinhas (as que davam um trabalho do cão...). Outra ação, desta vez dos supemercados, conseguiu manter as atuais etiquetas, temporariamente.  

Quem vive o dia-a-dia de um supermercado sabe do que estou dizendo.  Os clientes têm preguiça de ler.  Na verdade, é uma mistura de preguiça com lerdeza. Outro dia um cliente me perguntou se um biscoito de chocolate (Bono) que estava em sua mão era de chocolate.  PORRA!!  Se não sabe ler (boa parte da população não sabe), bastaria olhar a própria embalagem do biscoito, que é marrom e com gravuras que exibem chocolate!

Atualmente ter uma empresa certinha dá muito trabalho, e é quase impossível mantê-la.  É muita lei escrõta que beneficia apenas aos fiscais corruptos que têm olhos para enxergá-las.

Ter leis e não saber o que fazer com elas não adianta nada.

 

   

 

BREVE ESTAREI PUBLICANDO UMA RELAÇÃO COM PERGUNTAS IMBECIS EM SUPERMERCADOS.



Escrito por ELO PERDIDO às 22h05
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